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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Fique esperto: Saiba como fugir de páginas falsas no Facebook;


Especialista dá dicas para que usuário saiba identificar páginas e perfis falsos de empresas e marcas na maior rede social do mundo. 

Com mais de 1 bilhão de usuários, é mais do que comum encontrar páginas e perfis falsos no Facebook. Por isso, é importante ficar atento na hora de “virar fã” de uma empresa, marca, personalidade ou artista na maior rede social do mundo.

Para Alessandro Lima, CEO da empresa de análise e gestão de relacionamento em mídias sociais e.life, o primeiro “mandamento” que um usuário deve seguir é sempre procurar pelo perfil da empresa ou marca no Facebook pelo site oficial, em vez de fazer a busca diretamente pela rede social. “Hoje, a maioria das empresas com perfis sociais informam os links nos próprios os sites, por isso a navegação deve começar pelo site da marca”.

“Caso a empresa não tenha uma seção com links das redes sociais em seu site, vale ficar de olho em erros de português e digitação nas postagens, que não parecem muito profissionais nessas páginas e perfis falsos”, explica o especialista.

Outro indicativo de que estamos diante de um fake, segundo Lima, é quando uma página pede dados pessoais aos usuários “sem cuidados” na rede social, ou seja, de forma pública. “Esse pedido pode acontecer nas redes sociais, como Facebook e Twitter, mas na maioria das vezes é feito de forma privada, por mensagens ou DM.”

Segundo Lima, também é importante olhar com atenção o ícone ou logotipo da empresa no Facebook para ver se é o mesmo utilizado pela companhia no momento. “Se nem assim conseguir saber, vale ligar até para o serviço de atendimento da empresa e questionar se a página é verdadeira”, afirma.

Vale notar que existem diversos tipos de páginas fake no site de Mark Zuckerberg. “É possível encontrar páginas/perfis falsos criados por fãs, por exemplo, que devem ser incentivadas desde que deixem claro que não oficiais e não façam nenhuma interação com os clientes. Há outras que são feitas na má-fé mesmo, para aplicar golpes. Além disso, também temos casos de redes de franquias que veem suas filiais de diferentes lugares criarem perfis com visual e abordagens diferentes, o que confunde o usuário.”

Mas até onde essas páginas prejudicam uma marca? “É algo que traz preocupações, obviamente, porque além de utilizar o nome e tudo mais, que já é uma infração, algumas dessas páginas resolvem fazer interação com o consumidor, o que pode ocasionar diversos golpes”, diz o executivo, que nota que é importante as empresas fazerem um trabalho de verificação constante nas redes sociais em busca de páginas ou perfis falsos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

JOVENS E OS VÍCIOS EM REDES SOCIAIS

Hoje em dia o que vem prejudicando tanto os adolescentes quanto os adultos são as famosas redes sociais que estão criando cada vez mais espaço na rotina das pessoas. O fácil acesso a internet, seja por celular, notebook, tablet ou smartphone, faz com que as pessoas permanecem mais tempo conectadas. Jean Alves da Costa, 17 anos, do 4ºA, entra todos os dias após chegar do colégio e costuma ficar cerca de 1 hora no facebook. Sempre quando vai fazer algum trabalho acaba perdendo o foco, acaba se distraindo nas redes. Ele diz que antes de começar o curso costumava ficar a tarde inteira no computador. Heloisa Santana Faria 15 anos, tem o hábito de entrar sempre que há tempo antes de sair de casa. Costuma usar o tumblr, twitter, facebook. Nos finais de semana costuma ficar até 4 horas sentada em frente ao computador. Nessas redes entra sempre, principalmente quando não há nada para fazer. Heloisa conta que normalmente não fica até de madrugada nas redes por causa da nova rotina do dia a dia. Segundo a psicóloga do Scarpa, Graziele Ribeiro Martins as redes sociais são boas desde que não prejudiquem o desempenho das pessoas tanto no trabalho quanto nos estudos. De acordo com a psicóloga a internet facilita o dia a dia das pessoas entretanto pode virar um vicio, afinal tudo em excesso faz mal. “Adolescentes hoje em dia passam horas sentadas na frente de um computador. Quando se afastam um pouco e veem um computador já ficam com aquela vontade de entrar e dar um checada nas redes sociais”, explica. Vale ressaltar que cada vez mais os adolescentes estão deixando de lado o convívio com a família e amigos. Muitos deixam de fazer trabalhos e acabam não estudando para provas, deixando muita coisa de lado por causa dessa fascinação pelo mundo virtual. Estes jovens estão cada vez mais expondo sua vida pessoal nessas redes.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

.A Inteligência usada para o mal

A engenharia social continua sendo um fator importante para viabilizar as atividades dos hackers. Eles usam a engenharia social para manipular usuários inocentes para obter acesso a informações corporativas sensíveis, como documentos internos, demonstrações financeiras, números de cartão de crédito e credenciais de usuário, ou simplesmente para bloquear serviços com ataques de negação de serviço (DoS). Essa guerra moderna de ameaças e ataques avançados veio para ficar. 
O volume de informações corporativas sensíveis armazenadas em data centers, servidores, PCs e telefones celulares estão aumentando rapidamente, e mais dados e plataformas criam mais riscos. Por fim, a lista de ameaças não está diminuindo, e cada ataque novo revela um nível ainda maior de sofisticação.
O uso crescente de redes sociais para fins profissionais aumenta o apelo de usar esses vetores para a engenharia social, onde os hackers se apresentam como colegas de trabalho, recrutadores ou até mesmo amigos para obterem acesso às empresas. 
Hoje,  a principal meta de muitos hackers e o roubo de dados, mas cada hacker tem sua própria agenda e seus próprios motivos - desde ganhos financeiros até a destruição de ativos corporativos. A Stuxnet, por exemplo, mudou como muitos profissionais de segurança pensam em segurança, percebendo como o malware pode ser usado como uma arma para prejudicar a infraestrutura inteira de uma empresa.  Agora, mais do que nunca, precisamos de estratégias de defesa abrangentes para evitar APTs e outras ameaças ocultas. 
Em geral, a meta de quem ataca é de obter dados valiosos. Mas, hoje, dados de cartões de crédito dividem espaço nas prateleiras de lojas virtuais de hacker com itens como logins do Facebook e credenciais de e-mail. E isso é por que os bancos usam múltiplas formas de autenticação para verificar transações on-line, e com isso os hackersprecisam de mais informações para comprometer uma conta.
Os cibercriminosos evoluíram seus malwares levando isso em consideração, e isso inclui a injeção de formulários web que usam a técnica de phishing para obter informações como o número do International Mobile Equipment Identity (IMEI) do celular, para entrar em contato com o provedor de serviços de uma pessoa para enviar ao hacker um novo cartão SIM (Subscriber Identity Module), como o atque Eurograbber. Com o cartão SIM, os criminosos podem interceptar a comunicação entre o banco e o cliente que tem como objetivo prevenir fraudes.
Por exemplo, o Pinterest sofreu críticas por que adotou políticas de privacidade vagas, exigindo que os usuários tivessem direitos legais a todo o conteúdo publicado, bloqueando quadros particulares, etc.  Mas, em março de 2012, o Pinterest atualizou seus termos de serviço. Em uma das maiores mudanças, o Pinterest retirou qualquer texto relacionado ao direito de vender conteúdo de usuários, e prometeu criar pinboards particulares para pessoas que pretendem usar o site como um álbum pessoal. Mesmo assim, o site ainda é um grande fórum público onde todos os seus usuários podem compartilhar conteúdo - e você nem precisa abrir uma conta para navegar esse conteúdo.

Dicas de segurança

·         Nunca compartilhe qualquer informação pessoal em redes sociais, como seus finanças, aniversários, senhas, etc., e avalia se o conteúdo que você está prestes a publicar é adequado e se você está confortável compartilhando essas informações. Atualize suas opções de privacidade com frequência, especialmente quando novos termos de serviço são divulgados e/ou o site for atualizado. Hoje, você deve ajustar suas configurações para evitar a exibição dos seus dados em buscas do Google.
·         Os hackers são inteligentes. Ao conhecer suas táticas, você pode evitar golpes. Mas, apesar de todo o cuidado, você ainda pode ser uma vítima. Se você acredita que foi vítima de um golpe virtual, você deve entre em contato com o departamento de TI da sua empresa imediatamente.
·         Evite riscos e sempre faça o logout das suas contas.
Os hackers estão ampliando o uso da engenharia social, indo além de simplesmente ligar para funcionários específicos para tentar enganá-los e obter informações. As redes sociais servem para conectar as pessoas, e um perfil pessoal ou corporativo convincente  seguido por um amigo, ou apenas uma solicitação para se conectar pode ser o bastante para aplicar um golpe de engenharia social.

* Claudio Bannwart é gerente de contas estratégicas da Check Point Brasil.



segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Como desabilitar a publicidade social do Facebook

Passo 1. Clique no ícone da engrenagem, localizada no topo superior direito da barra do Facebook. Em seguida, clique em “Configurações da conta”;
Passo 2. Selecione a configuração que deseja desabilitar (anúncios) e clique em “Editar”.
Passo 3. Selecione quem pode ver ver seus dados nos anúncios nas duas modalidades. Para desabilitar o sistema, selecione “Ninguém”. Em seguida, clique em “Salvar alterações”.


Fonte : TechTudo!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Saiba como embedar um post do Facebook em um site ou blog

O Facebook liberou para todos os usuários uma ferramenta que permite incorporar os posts feitos em páginas da rede social em qualquer outro site ou blog. Siga os passos deste tutorial para aprender a usar o recurso, que está disponível em todo post público. É bem simples!
Tumblr tem problema ‘bizarro’ com posts aleatórios e pornografia em blogs.
Passo 1. Acesse, no Facebook, a publicação que você deseja embedar. Clique na seta do lado direito superior do post. Um menu drop-down será exibido.
Então, selecione sua funcionalidade “embed post”, (incorporar post).
Passo 2. Na janela que vai se abrir, será exibido um pequeno preview de como ficará a janela a ser incorporada e também o código html para fazer o embed. Copie-o.
Passo 3. Abra o administrador de seu site. Neste caso, utilizamos o Tumblr  .
Vá ao seu menu de publicação e cole o código. Lembrando que é preciso que o blog ou serviço de publicação suporte códigos html para poder ler as informações do embed.
Passo 4. Salve as alterações e confira como ficou a incorporação no seu site!
Pronto! Agora, sempre que você quiser falar de um determinado assunto do Facebook no seu site ou blog, poderá utilizar este recurso e mostrar a publicação direto na página, sem precisar tirar screenshots . Bem mais prático e funcional, o embed permite ainda curtir e comentar.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Blogger ou Wordpress?

Para quem não tem intenção de monetizar seu blog, e se contenta com layouts prontos, o Wordpress.com é a pedida. Funciona do mesmo jeito que o Blogger: você vai lá, cria um user, escolhe um layout pré-determinado, cria o blog, e voilá: pode começar a escrever.
A diferença é que a plataforma do WP é muito melhor, e oferece muito mais funções. O trackback, por exemplo, é uma ferramenta importantíssima para o blog; o Blogger carece dela. E isso limita sobremaneira a capacidade do seu blog de participar nas conversações da blogosfera.
Mas… o Wordpress.com não permite que os blogs hospedados em seus servidores exibam anúncios, tornando a monetização impossível. Então, se você deseja utilizar publicidade para gerar renda, essa opção não lhe serve. O que nos leva ao Blogger

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Jovens se aproveitam do conhecimento limitado dos pais para ignorar a vigilância online

Enquanto 39% dos pais tentam monitorar o comportamento dos filhos, estes se aproveitam do desconhecimento dos pais para burlar o controle. De 41% dos jovens que são impostos a senhas em aplicativos móveis, 92% sabem a senha, enquanto mais da metade dos pais, 60%, acreditam que seus filhos não sabem.
Pesquisa realizada nos Estados Unidos pela TRU a pedido da McAfee, revela que os jovens estão passando mais tempo online do que seus pais acreditam.
A pesquisa, que entrevistou 2500 jovens com idades entre 10 e 23 anos e pais de jovens entre as mesmas idades, revelou que 74% dos pais se dizem ultrapassados pela tecnologia. Eles alegam não ter tempo ou energia para monitorar os filhos, admitem a derrota, e esperam que nada mal aconteça às suas crianças.
O estudo examina os hábitos e interesses online dos jovens significantemente dissonantes entre o que eles dizem e o que eles fazem. Embora os jovens entendam que a internet é um ambiente perigoso, eles aceitam o risco e ocultam o que fazem de diversas maneiras, sendo que 46% deles afirmam que mudariam seu comportamento nas redes se soubessem que são monitorados pelos pais.
“Como a internet ainda é um terreno desconhecido e os jovens são nativos digitais, eles estão expostos a todo tipo de perigo, sem entender como esse comportamento irá afetar suas vidas”, diz Michelle Dennedy – vice presidente e chefe do escritório de privacidade da McAfee. “Esse estudo demonstra claramente que os pais precisam se envolver para entender o que suas crianças estão fazendo online. Jovens de todas as idades estão clamando por orientação”, afirma.
Os jovens não são os únicos que precisam aprender sobre comportamento seguro na internet. A pesquisa também mostra que 62% dos pais não acreditam que seus filhos possam se meter em encrencas online e 80% nem ao menos sabem como descobrir o que suas crianças fazem na internet.
Outros números demonstram ainda que a conversa sobre segurança na internet ainda está longe de ser perfeita. Enquanto 70% dos pais acreditam já terem tido essa conversa com seus filhos, apenas 44% dos jovens afirmam terem sidos orientados pelos pais. Isso mostra que é necessário uma maneira mais clara e direta para comunicar com os jovens sobre segurança online