Você é uma pessoa de verdade? Navegando na web com certeza você já se deparou com alguma pergunta como essa ao tentar inserir um comentário ou cadastrar um login e senha em algum site. Embora a primeira vista a pergunta pareça estúpida, sua proposta faz todo o sentido em se tratando de segurança.
Perguntas como essa são um exemplo de captcha. O termo é um acrônimo para Completely Automated Public Turing Test to Tell Computers and Humans Apart ou, numa tradução direta, teste de Turing público completamente automatizado para diferenciação entre computadores e humanos.
E para que isso serve? Em linhas gerais, os captcha servem como uma ferramenta auxiliar para evitar spams ou mensagens disparadas por outros computadores ou robôs. A idéia é que a resposta os teste de captcha seja de solução impossível para um computador permitindo, assim, que somente seres humanos tenham acesso a determinados conteúdos ou possam enviar informações.
Entendendo como isso surgiu
Na década de 50 o matemático Allan Turing, em uma publicação chamada “Computing Machinery and Intelligence”, propôs um teste que tinha como objetivo identificar se um computador era inteligente ou não.
O método, que posteriormente ficou conhecido como Teste de Turing, consiste em uma conversa entre dois seres humanos e um computador. Todos eles são colocados em ambientes isolados. Se um mediador não conseguir identificar qual dos três é o computador então se diz que o computador foi aprovado no teste.
O sistema de captcha funciona como uma espécie de teste de Turing reverso, ou seja, a própria máquina propõe uma questão que, presumivelmente, somente um ser humano será capaz de responder corretamente. O termo foi designado no início desta década, na Universidade de Carnegie-Mellon.
Funcionalidadeanunciada em julho, a incorporação de postagens do Facebook agora está disponível a todas as páginas - incluindo as de personalidades públicas.
O recurso é idêntico ao que já existe em YouTube, Twitter, Vine, Instagram (o último a permitir isso), entre outros, e até hoje vinha sento testado por apenas cinco publicações: CNN, Huffington Post, Bleacher Report, PEOPLE e Mashable.
Com a novidade, fotos, vídeos e textos poderão ser "embedados", desde que sejam públicos (nenhum conteúdo privado pode ser divulgado dessa forma).
Nas publicações aparecem hashtags e as opções de "curtir" a página e de "ver mais", caso o conteúdo seja muito grande. Também é possível seguir personalidades através de suas postagens.
A partir de agora, toda vez que você se
logar no Facebook seu navegador será forçado a se conectar de forma segura com
a rede social, porque o protocolo https passou a ser padrão no site.
O "s" a mais faz com que o http
seja incrementado com uma camada de segurança que criptografa os dados
transmitidos e verifica a autenticidade tanto do servidor, quanto do cliente.
Largamente utilizado por serviços que
requerem dados dos internautas, o recurso foi introduzido pelo Facebook há dois
anos, mas como opção. Desde então, mais de 1/3 dos usuários adotou o
protocolo.
Todo o tráfego do facebook.com e 80% do
m.facebook.com usarão uma conexão segura, sendo que os aplicativos para Android
e iOS já agem dessa forma há tempos.
Uma garota posta uma bela foto em sua página e um tempo depois se depara com a
sua imagem sendo usada por uma empresa de cabelos em um site de compras
coletivas. Uma modelo luta na justiça por causa de uma foto sua copiada e usada
em site internacional de pornografia. Um estagiário é demitido e processado pela
empresa por postar informações mentirosas em seu perfil na rede social. Uma
pessoa é ofendida na rede social. Outra descobre fotos indesejadas pelo site de
busca.
Em uma época em que tudo que as pessoas fazem é voluntariamente
compartilhado na internet, a área de Direito de Imagem tem passado por um
verdadeiro “chacoalhão” para tentar buscar as melhores soluções para casos como
esses. O escritório de São Paulo Valverde Advogados, especializado em Fashion
Law – área nova do direito que engloba direito publicitário, de imagem, direitos
autorais, entre outros, dá dicas de como se proteger e o que pode ou não
acontecer, a partir do momento em que uma foto ou informação é
compartilhada.
“A lei nos protege de atos relacionados à internet. Se for
invasão do computador, podemos invocar a Lei 12737/12 (Lei Carolina Dieckamn).
Além disso, a imagem é constitucionalmente protegida conforme artigo 5º inciso X
da Constituição Federal, e o artigo 20 do Código Civil também protege a
utilização indevida da imagem”, explica Michelle Hamuche, sócia do Valverde
Advogados.
Compartilhamento de imagens “Ao compartilharmos uma
foto no Instagram, estamos automaticamente mais suscetíveis a utilização dessa
imagem, já que muitos compartilham e comentam. No entanto essas imagens não
podem ser utilizadas para fins comerciais e ou para outros fins que não os que
geraram sua divulgação, explica Mariana Valverde, também sócia do mesmo
escritório.
Racismo e Desrespeito Ao encarar que sofreu racismo
ou desrespeito em posts na internet ou mesmo deseja que uma foto sua seja
excluída de um site de busca, o usuário pode fazer denúncia dentro da própria
rede social; pode notificar a empresa responsável pela rede social para retirar
a imagem ou o comentário de circulação.
É importante sempre gravar a URL
através de print scream para facilitar a localização do infrator. Há ainda
mecanismos judiciais, para retirar ou abster o uso da imagem ou das palavras
ofensivas. “O ofendido ainda pode requerer a reparação de eventual dano sofrido.
E na esfera criminal, pode o infrator responder também quando a conduta
infratora gerar crime, tais como racismo, calúnia, difamação etc”
Segundo
as advogadas, o mesmo procedimento cabe para casos em que usuários realizam
montagens com imagens postadas.
Citando marcas e
empresas Muitos consumidores adoram reclamar nas redes. “Podemos citar
marcas e empresas livremente em nossos comentários como a manifestação de
opinião e demonstrar insatisfação. Porém, sempre há um limite, já que os
comentários inverídicos ou que constituírem calúnia e ou difamação podem ser
coibidos pela empresa.”, explica Mariana. “A empresa ofendida pode denunciar na
rede social e solicitar a retirada dos comentários, assim como ingressar com
medidas judiciais contra a pessoa, pleiteando inclusive danos morais, por abalo
na imagem da marca/empresa. Há jurisprudências favoráveis neste sentido. Além
disso as empresas podem tomar medidas no âmbito criminal. Há casos concretos
onde pessoas chegam a perder emprego em função de ofensas e calúnias constantes
do facebook
A imagem dos famosos O uso da imagens
compartilhadas pelos famosos em seus perfis, se for para fins jornalístico, não
há problema. “Mas o uso não pode ter finalidade caluniosa, difamatória ou
mentirosa. Sempre tem que observar a autoria da fotografia, portanto, esta
imagem, mesmo que para fins jornalísticos precisa ter autorização do fotógrafo
ou citar o nome do fotógrafo ou a fonte”, explica Mariana. “A imagem não pode
ser utilizada para fins comerciais sem autorização. A imagem é a fonte de renda
de uma celebridade, portanto o uso sem autorização é proibido. Eles compartilham
para divulgação e isso não autoriza a utilização comercial, apenas
jornalística.”
Participar de redes sociais , como Facebook, Orkut,Twitter entre outros, é muito bacana.
Mas fique atento à estas dicas que podem te proteger e toda sua família.
Evite:
Conversas Pessoais:
Nos sites de relacionamento você pode enviar mensagens ou postar notas no mural de outro usuário. O mural está lá para todos verem, enquanto as mensagens são entre o remetente e o destinatário, como em um e-mail. Assuntos pessoais e privados nunca devem ser compartilhados no mural. Você não vai sair pelos quatro cantos anunciando uma questão privada para o mundo, e a mesma coisa acontece na Internet. Isso cai no mundo nebuloso da etiqueta das redes sociais. Não há um guia oficial para esse tipo de coisa, mas use o bom senso. Se não é algo que você se sinta confortável em compartilhar com família, conhecidos, colegas de trabalho ou estranhos, então você não deve compartilhar no seu mural de redes sociais.
Podemos dizer que o blog está conseguindo agradar “gregos e troianos” usando o bom provérbio popular. Não há idade para se ter um blog, e assim que se inicia um, apaixona-se por ele de tal forma, que não se consegue fazer nada que seja significativo sem que se compartilhe no blog. Há blogs de todos os gêneros e que abordam os mais diferentes assuntos. Nada é impossível para o blog.
Quando surgiram os primeiros blogs, estes tinham a intenção e o formato de um diário. O diário sempre acompanhou o homem durante sua trajetória, e graças a ele temos acesso à Certidão de Nascimento do Brasil, podemos avaliar o que passou Anne Frank na época do holocausto, o diário da cantora Maysa que possibilitou a minissérie que leva o seu nome, e tantos outros exemplos.
Hoje o blog, muito mais que um recurso onde se registra apenas fatos ocorridos com seu autor, é uma fonte inesgotável de experiências e pesquisa que são compartilhadas com seus leitores. Há uma grande quantidade de blogs escritos por mães e pais onde compartilham suas preocupações, dores, alegrias e interagem com outras mães que opinam através dos comentários, que é o principal canal de comunicação dos blogs e que fazem dele uma Rede Social.
Não há idade para se ser blogueiro e não há preconceito entre os blogueiros. O respeito pelo blog do outro é um dos muitos diferenciais que habita a blogosfera.
Ter seu próprio blog e incentivar o próprio filho a ter um é propiciar meios de crescimento e desenvolvimento tanto na leitura quanto na escrita. Este exercício diário de elaborar textos enriquecerá a bagagem cultural do indivíduo porque na maioria das vezes se terá que pesquisar sobre o assunto em pauta para fornecer ao leitor embasamento de conteúdo. O autor do blog passará a fazer uso do link, que atua como uma referência bibliográfica ao texto, formalizando a existência da pesquisa.
Também a preocupação com a ortografia promoverá uma atenção maior bem como propiciará a ampliação do vocabulário, uma vez que, a linguagem escrita é bem mais formal do que a linguagem falada.
Porém, há que se estar sempre atenta a alguns pontos que podem, ao invés de ajudar, incidir negativamente no dia-a-dia do blogueiro(a) criança ou adolescente, como, por exemplo, o fato de passar muitas horas seguidas dedicando-se exclusivamente ao blog. Também se deve prestar atenção ao acesso a blogs de conteúdos não recomendáveis, principalmente no caso de filhos pequenos e adolescentes. Este presta-atenção não é somente em relação aos blogs e sim a navegação de uma forma geral.
E você, ainda não tem um blog? Se sentiu motivada a iniciar um e, quem sabe, integrá-lo no currículo escolar do ano que vem?
Então arregace as mangas e mãos à obra. Caso tenha dúvidas sobre como começar, poderá seguir estas orientações.
Assim que criar um blog não deixe de compartilhar o endereço para que possamos conhecer seu blog ou do seu filho, e interagirmos através dos comentários.